sábado, 8 de agosto de 2009

A defesa da tese

Como havia mencionado anteriormente, as emoções da defesa começaram com um acidente com uma carreta na marginal, em São Paulo. Isso fez com que os professores Gilberto Bercovici e José Maria Arruda de Andrade não pudessem chegar ao aeroporto de Guarulhos para embarcar no voo que os traria a Fortaleza.
Meu orientador e a Universidade tentaram me avisar, mas meu celular havia ficado com as baterias descarregadas, no escritório. Chegando à Unifor, fui avisado. A defesa seria às 15, e não mais às 9, como inicialmente previsto. Por conta disso, o local também não poderia mais ser o auditório da biblioteca, já reservado para outro evento à tarde. Em outra sala, improvisada, a defesa aconteceu, mas não houve qualquer problema com isso.
Meu amigo Rogério Silva Lima até brincou que uma espécie de "quadro virtual", que ficava às minhas costas, seria na verdade um dispositivo para derramar água sobre a minha cabeça (ou algo pior, tal como um raio laser), a ser acionado pelos examinadores na eventualidade de uma resposta insatisfatória.



Como sempre acontece, a sessão foi longa. Afinal, cada um dos cinco examinadores tinha entre 20 a 30 minutos para arguir, e eu o mesmo tempo para responder a cada um. Mas foi muito bom. Nem notei o tempo passar. Ponderações que nem sempre me pareciam procedentes, mas todas muito pertinentes e capazes de despertar reflexão em torno do assunto. Revelaram a leitura atenta e a compreensão do texto, além da intenção de contribuir com sua melhoria. Sou grato a todos os examinadores por isso.
Algumas tarefas ficaram paradas, de quarta-feira em diante, porque me preparava para a defesa, de sorte que terei de ultimá-las agora. Tarefas do escritório, da faculdade... Mas, tão logo seja possível, comento algo sobre as observações de cada um, e sobre o que respondi a elas. Tenho que fazer logo, enquanto lembro e ainda tenho como entender os rabiscos que fiz na hora.

Da esquerda para a direita, os professores Gustavo Just da Costa e Silva, Martônio Mont´Alverne Barreto Lima, Arnaldo Vasconcelos, eu, e os professores Gilberto Bercovici e José Maria Arruda de Andrade.

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